segunda-feira, 24 de abril de 2017

Edifícios Modernos de Estilosos em São Paulo



Conjunto Nacional



Ano : 1954
Endereço : Avenida Paulista, 2073
Arquiteto : David Libeskind
Curiosidade : em 1978, um incêndio destruiu parte da fachada do prédio, que só passou a ser reconstruída em 1984.

Edifício Esther







Edifício Esther

Ano : 1934
Endereço : Praça da República, 80 - centro
Arquitetos : Álvaro Vital Brasil e Adhemar Marinho
Curiosidade : foi criado para sediar o escritório da Usina Açúcar Esther

Residência VillaNova Artigas




Residência VilaNova Artigas

Ano : 1949
Endereço : Rua Barão de Jaceguai, 1149 - Campo Belo
Arquiteto : João Batista Villanova Artigas
Curiosidade : construída para a família do arquiteto, a casa diferençona era confundida com igreja ou fábrica.


Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)






Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)

Ano : 1947
Endereço : Bento Freitas, 306 - Vila Buarque
Arquitetos : Rino Levi, Roberto Cerqueira César, entre outros
Curiosidade : uma "vaquinha" entre personalidades  como Oscar Niemeyer viabilizou a obra.



FAU-USP







Ano : 1961
Enderço : Rua do Lago, 876 - Cidade Universitária
Arquitetos : João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi
Curiosidade : todos os espaços do prédio são interligados para reforçar a convivência.


domingo, 23 de abril de 2017

Viaduro Santa Ifigênia



Inaugurado em 1913, este ícone foi projetado pelos italianos Giulio Michetti e Giuseppe Chiappori.



Viaduto Santa Ifigênia é um viaduto  localizado no centro de São  Paulo,  com uso exclusivamente para pedestres. Ele começa no Largo de São Bento e termina em frente a Igreja de Santa Ifigênia interligando  dois pontos históricos importantíssimos para a cidade de São Paulo. 
A estrutura pensada pelo arquiteto Giulio Micheli e os engenheiros Giuseppe Chiapori e Mário Tibiriçá, foi totalmente fabricada na Bélgica  e tinha o intuito de melhorar o trânsito e a circulação de carros, carruagens e bondes que atravessavam o Vale do Anhangabaú. O viaduto foi montado entre os anos 1910 e 1913 e inaugurado em 26 de julho de 1913, pelo prefeito Raymundo Duprat.
Atualmente, o viaduto é uma das principais ligações dos pontos mais altos do centro de São Paulo,  passando sobre o A estrutura do viaduto foi totalmente fabricada na Bélgica. Cerca de mil e cem toneladas de estrutura metálica, desembarcaram no porto de Santos e chegaram na região pela estrada de ferro São Paulo Railway. A montagem foi realizada pela empresa Lidgerwood Manufacturing Company Limited, sob a direção do engenheiro Giuseppe Chiappori, sócio de Giulio Micheli e Mário Tibiriçá, enquanto a execução das fundações ficou a cargo do mestre de obras e carpinteiro alemão Johann Grundt. Um ano além do prazo previsto, devido às desapropriações e indenizações, falta de mão-de-obra qualificada e orçamento comprometido, o Viaduto Santa Ifigênia foi finalmente inaugurado no dia 26 de julho de 1913, pelo prefeito Raymundo Duprat, com festa e travessia de bondes e automóveis.[6]
O objetivo ao construir este viaduto era, além de ligar os Largos São Bento e Santa Ifigênia, melhorar o trânsito de carros e carruagens que enfrentavam a ladeira da Av. São João, além de melhorar o trânsito das ruas XV de Novembro e São Bento, por onde passavam os bondes. Assim, haveria uma maneira mais eficiente de ligar um lado do Anhangabaú ao outro. Na década de 1970, a estrutura foi protegida por Lei Municipal de Zoneamento. No final da mesma década o Viaduto passou por uma reforma que recuperou sua estrutura e passou a ser exclusivo para passagem de pedestres. Com essa reforma, as luminárias foram substituídas por luminárias antigas, conhecidas como São Paulo Antigo, o calçamento passou a ser de pastilhas coloridas, com as cores do arco-íris,] e foi colocada uma escada que dá acesso ao Vale do Anhangabaú e Avenida Prestes Maia.
 O Viaduto Santa Ifigênia, de estilo  Art Nouveau,  é um dos principais cartões postais da cidade de São Paulo. Ele encanta turistas e moradores da cidade pela sua estrutura metálica com adornos de cor ouro.




O piso pavimentado de pastilhas sobre lajes de concreto, formam tapetes geométricos tricolores. Junto ao piso, destaca-se também pequenas valas com grelhas metálicas para captação de água da chuva..
O estilo Art nouveau fica nítido nas grades de proteção do viaduto, que, seguindo o conceito do estilo, destaca as linhas curvas e formas inspiradas em flores e folhagens.




A estrutura do viaduto foi totalmente fabricada na Bélgica. Cerca de mil e cem toneladas de estrutura metálica, desembarcaram no porto de Santos e chegaram na região pela estrada de ferro São Paulo Railway. A montagem foi realizada pela empresa Lidgerwood Manufacturing Company Limited, sob a direção do engenheiro Giuseppe Chiappori, sócio de Giulio Micheli e Mário Tibiriçá, enquanto a execução das fundações ficou a cargo do mestre de obras e carpinteiro alemão Johann Grundt. Um ano além do prazo previsto, devido às desapropriações e indenizações, falta de mão-de-obra qualificada e orçamento comprometido, o Viaduto Santa Ifigênia foi finalmente inaugurado no dia 26 de julho de 1913, pelo prefeito Raymundo Duprat, com festa e travessia de bondes e automóveis.[6]
O objetivo ao construir este viaduto era, além de ligar os Largos São Bento e Santa Ifigênia, melhorar o trânsito de carros e carruagens que enfrentavam a ladeira da Av. São João, além de melhorar o trânsito das ruas XV de Novembro e São Bento, por onde passavam os bondes. Assim, haveria uma maneira mais eficiente de ligar um lado do Anhangabaú ao outro. Na década de 1970, a estrutura foi protegida por Lei Municipal de Zoneamento. No final da mesma década o Viaduto passou por uma reforma que recuperou sua estrutura e passou a ser exclusivo para passagem de pedestres. Com essa reforma, as luminárias foram substituídas por luminárias antigas, conhecidas como São Paulo Antigo, o calçamento passou a ser de pastilhas coloridas, com as cores do arco-íris,[7] e foi colocada uma escada que dá acesso ao Vale do Anhangabaú.

sábado, 22 de abril de 2017

Reforma na fábrica


Hoje em dia é comum encontrar estabelecimentos na cidade de São Paulo com decoração inspirada em um visual "industrial". Mas há também empreendimentos instalados em antigos galpões que de fato abrigaram fábricas paulistanas.


Casa das Caldeiras
Abertura : 1999
Endereço : Av. Francisco Matarazzo, 2000








Na década de 1980, as indústrias Matarazzo, o maior complexo industrial da América Latina na época, fechou suas portas. Em São Paulo, a Casa das Caldeiras era responsável pelo fornecimento de energia para as Indústrias. Após seu fechamento, o local permaneceu em pé, porém produzindo outro tipo de energia: foi transformado em um centro cultural, movido a expressões artísticas e criatividade.


Atento Telemarketing
Abertura : 2006
Endereço : Rua Padre Adelino, 550 - Belém
Uso original : a Seleto  Café manteve sua fábrica ali entre 1952 e 1998, quando foi absorvida pela multinacional D.E Master Blender, dona das marcas Pilão e Café do Ponto.
Seu jingle fez sucesso nos anos 70 "Na hora de tomar café / è o café Seleto / Que a mamãe prepara / Com todo o carinho".






Instituto Criar 
Abertura : 2003
Endereço : Rua Solon, 1121 - Bom Retiro
Uso original : em 1921, a Ford abriu no endereço sua primeira grande fábrica no Brasil, onde produziu automóveis e caminhões. O local perdeu espaço na companhia americana depois da construção de uma nova unidade no Ipiranga, em 1953.







Universidade Anhembi Morumbi
Abertura : 1998
Endereço : Rua Doutor Almeida Lima, 1134 - Parque da Móoca.

Uso original : abrigou a sede da empresa de calçados Alpargatas, que fincou raízes no bairro em 1907. Ali, em 1962 surgiu o modelo de sandálias Havaianas, que se tornou mundialmente famoso.
Permaneceu no local até 1968.






Yoko Ono - o céu ainda é azul, você sabe ...

Instituto Tomie Othtake



A exposição O CÉU AINDA É AZUL, VOCÊ SABE .... revela os elementos básicos que definem a extensa e diversa carreira artística de Yoko Ono - uma viagem pela própria noção de arte, com intenso engajamento político e social.
De um lado há as peças Instruções, que questionam os princípios conceituais por trás da obra de arte, enfatizando sua efemeridade enquanto dessacralizam  o objeto e convidam o espetador a participar de sua realização material. De outro lado, há as narrativas que expressam a visão crítica e poetica da artista.






  FAÇA UM PEDIDO.PEÇA Á ÁRVORE QUE ENVIE SEUS PEDIDOS A TODAS AS  ÁRVORES DO MUNDO.



SUBA EM UMA ESCADA.
OBSERVE A PINTURA DO TETO ATRAVÉS DE UMA LENTE DE AUMENTO E ENCONTRE A PALAVRA 'SIM'.




segunda-feira, 17 de abril de 2017

Os maiorais da Arte das Ruas




1º SÓ QUERO CHOCOLATE Autor: Kobra
Ano: 2017
Endereço: Rodovia Castelo
Branco, km 35, em Itapevi
Tamanho: 29 x 151 metros (medida da parede principal)
Curiosidade: doze plataformas elevatórias estão sendo usadas pelo artista e sete assistentes. No fim do processo, 3 200 latas de spray e 2 000 litros de tinta terão sido gastos
No quilômetro 35 da rodovia Castelo Branco, a Grande São Paulo passará a abrigar o maior desenho em um mural urbano no mundo.
A obra, do grafiteiro Eduardo Kobra, ocupa uma área de 5.742 metros quadrados na parede do centro de distribuição da Cacau Show, em Itapevi, bem ao lado da estrada, no sentido capital. A imagem reproduz uma cena do processo de um trabalhador remando em um barco carregado de cacau sobre um rio de chocolate na Amazônia.
A imagem está decorando a fachada da sede administrativa da Cacau Show.





2º CHEGADA DE ESTRANHOS Autor: Rui Amaral
Ano: 1991
Endereço: buraco da Avenida Paulista
(passagem para as avenidas
Doutor Arnaldo e Rebouças)
Tamanho: 9 x 300 metros
Curiosidade: retocado a cada três anos pelo artista (com a ajuda de cinco voluntários, em média), o mural mostra uma cena lúdica com a chegada de extraterrestres a nosso planeta.




3º AVENIDA SÃO JOÃO
Autor: Kobra
Ano: 2012
Endereço: Campus Senac
Santo Amaro, na Zona Sul
Tamanho: 45 x 12 metros de diâmetro
Curiosidade: o segundo grafite de Kobra na lista, é baseado em uma fotografia dos anos 50 e foi pintado na caixa-d’água da universidade.



4º CARPA JAPONESA Autores: Binho e Suiko
Ano: 2015
Endereço: ao lado do Viaduto Santa Ifigênia, no centro
Tamanho: 45 x 40 metros
Curiosidade: a parceria entre os grafiteiros, um paulistano e o outro japonês, foi implementada durante o festival O.bra, que promoveu a pintura de nove empenas cegas (paredes de prédio sem janela) pela capital.


5º GIGANTE URBANO
Autor: Tec
Ano: 2015
Endereço: Rua Amaral
Gurgel, em Santa Cecília
Tamanho: 64 x 26 metros
Curiosidade: o artista argentino procurou apoio por quatro anos para realizar o desenho no Minhocão. Sem sucesso, vendeu seu carro e bancou o grafite sozinho